Utopia radical zapaterista: dividir para reinar

No blogue “Desde el Exilio“, aparece a imagem de uma Espanha truncada e cujas regiões se afastam umas das outras. Costuma dizer-se que “uma imagem vale por mil palavras”, e esta imagem é lapidar para explicar muitas coisas, entre as quais porque foi possível a Zapatero ganhar eleições ao mesmo tempo que se expõe constantemente ao ridículo (o Ministério da Defesa tinha que ser entregue a uma mulher grávida e nos últimos meses? Seria o mesmo que colocar um macho retrossexual de 70 anos no Ministério da Condição Feminina; há que ter algum bom-senso!).
Zapatero tira partido dos interesses regionais divorciados dos interesses nacionais para fazer passar leis como a que atribuiu os direitos humanos ao macaco, a adopção de crianças por duplas de gays, a eliminação do “pai” e da “mãe” no registo dos bebés (passando a existir “progenitor A” e “progenitor B”), o “casamento” gay, o laxismo em relação à lei do aborto que é razão da mais baixa taxa de natalidade na Europa a 15, etc.
Absorvidos nos seus interesses políticos, os nacionalistas dão assim campo aberto para que os socialistas de Zapatero imponham uma absurda e radical visão cultural, perseguindo católicos (como acontece, por exemplo, com a proibição dos padres capelães assistirem os doentes em hospitais públicos), limitando a liberdade de opinião e de expressão, e instalando na sociedade espanhola um clima de “medo” que condiciona a psicologia colectiva.
Nós, portugueses, precisamos de estar muito atentos em relação a Sócrates. As bestas aprendem bem umas com as outras.







