perspectivas

Sábado, 31 de Maio de 2008

A imagem do revolucionário

Arquivado como: politicamente correcto — O. Braga @ 11:36 pm
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Fez-me lembrar esta outra:

Há sempre uma justificação para tudo

Arquivado como: ecofundamentalismo, economia — O. Braga @ 9:25 pm
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Na África colonial, nos idos de 60, criticavam-se os cantineiros (comerciantes) que vendiam a “água-das pedras” mais cara que a gasolina; hoje, justificam-se os lucros dos metaneiros pelo facto de venderem a gasolina mais barata que a “água-das-pedras”.

Entretanto, num mundo com o petróleo a alto preço, e para gáudio e contentamento dos nossos amigos ecologistas, a coisa funcionaria assim:

A eutanásia, o “casamento” gay e o aborto generalizados já não chegam para resolver o problema. Temos que convencer a cáfila marxista cultural / neoliberal económica, que umas bombas atómicas sobre o pessoal vinham mesmo a calhar.

Via.
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O lobby pedófilo anda desesperado

Arquivado como: Pedofilia, Política, Portugal — O. Braga @ 5:56 pm
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Com as sondagens a dar José Sócrates no limbo da opinião pública portuguesa, com as eleições legislativas a aproximarem-se, e com a lentidão da Justiça (às vezes, a justiça lenta também tem algumas vantagens), o lobby pedófilo nacional começa a entrar em desespero. Paulo Pedroso interpretou os factos descritos por António B. Caldeira no seu blogue, como sendo “difamação” (cada um é livre de interpretar os factos da maneira que quiser) e vai daí, Pedroso congregou o sistema socrático para testemunhar em tribunal contra os factos expostos por António Caldeira:


«Paulo Pedroso, resolveu apresentar como testemunhas Ferro Rodrigues, Vieira da Silva, António Costa, Jorge Sampaio, Jaime Gama, José Miguel Júdice, Manuel Alegre, Almeida Santos, Vera Jardim, António Guterres, Mário Soares e José Sócrates.»

Naturalmente que algumas das pessoas supracitadas (por exemplo, Manuel Alegre) sentir-se-ão incomodadas por terem que fazer parte deste circo me(r)diático, mas convenhamos que só faltam na lista o Carlos Cruz e o embaixador Ritto, para comporem o ramalhete.

Não o fiz, não faço, e não façarei.

O ministro da cóltura, Pinto Ribeiro, encomendou um estudo para avaliar o valor da Língua Portuguesa, a um espanhol !!! 1


«Sem precisar os termos, o Pinto Ribeiro adiantou que será elaborado um estudo sobre o valor da Língua, tendo nesse sentido sido contactado o linguista Enrique Iglésias.»

Acho que a situação política portuguesa assume já contornos intoleráveis. Porém, com um presidente da república que diz “não o fiz, não faço, não façarei“, estamos à espera de quê? O linguista “encomendado” até poderia ser do Burkina Fasso, que para Cavaco era “igual ao litro”! Estamos entregues à bicharada.

Via

1) Iglésias será uruguaio, mas concerteza que não é português.

Os fenómenos de miséria aumentam

Arquivado como: Política, Portugal, Sociedade — O. Braga @ 4:57 pm
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As imagens abaixo foram colhidas por mim, perto da minha casa e no centro de Vila Nova de Gaia. Na primeira foto, vemos um vão de escada que dá acesso a um edifício de apartamentos; na segunda e terceira imagens, vemos o vão de escada com mais detalhe, um colchão e alguns utensílios pessoais. Estamos em presença de um troglodita citadino.

É verdade que sempre existiram mendigos, mas a minha percepção é que — desde que José Sócrates subiu ao poleiro — a mendicidade aumentou de uma forma exponencial.
Naturalmente que aquilo que os jornais dizem é só a ponta do iceberg.
Em Fevereiro vaticinei que o desemprego oficial vai atingir um número de dois dígitos ainda este ano, e que nas próximas eleições legislativas o PCP vai ter um “boom” no número de votos, ultrapassando largamente dos 10%. Depois dos aumentos dos combustíveis para financiar os investimentos megalómanos da GALP, poderemos, com certeza, estar de acordo com os meu vaticínios, porque os preços de todos os bens essenciais vão subir, as falências de pequenas e médias empresas vão crescer de forma geométrica, em suma, a miséria vai aumentar. E já agora: não deixem de votar em Sócrates na próxima vez; a melhor forma de se aguentar o sofrimento, é aprender a ser masoquista.

Adenda: deparei-me com este postal que condena esta atitude dos pescadores. Escreve-se que nada justifica o desespero de quem vê a vida a andar para trás; escreve-se que nada justifica que lhes retirem o ganha-pão. Eu compreendo os pescadores; e se continuarmos nesta via, ainda vamos ver os pescadores e os polícias do mesmo lado da barricada.

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Do Budismo ao Cristianismo (2)

Arquivado como: Religare — O. Braga @ 5:41 pm
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A ler: Do Budismo ao Cristianismo (1)

A fragilidade lógica do ateísmo é pouco relevante por ser um fenómeno elitista ocidental contemporâneo que, exportado à força pelo marxismo, está em extinção. A única questão interessante é saber porque coisas tão simples foram escondidas aos sábios e inteligentes e reveladas aos pequeninos.”

― João César das Neves, Diário de Notícias de 26 de Maio de 2008

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Quinta-Feira, 29 de Maio de 2008

Para memória futura

Arquivado como: Maddie — O. Braga @ 10:15 pm
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Sobre o caso Maddie, escrevi o que escrevi, e só retiro agora alguma terminologia — que poderia ter evitado — que utilizei em relação à nossa polícia. Reitero:

  1. É óbvio que a criança foi abandonada pelos pais (sedada ou não) e que as “visitas de 5 em 5 minutos” ao apartamento é “treta”!
  2. É óbvio que os McCann não podem vir agora reconhecer o crime de abandono, mas toda a gente vê que eles estão comprometidos com “alguma coisa”, e essa “alguma coisa” foi o facto de terem, efectivamente, abandonado os três filhos, o que constitui um crime;
  3. É óbvio que “abandono de menor” não significa “homicídio por negligência” e “ocultação de cadáver”; a confusão que se pretende criar faz parte da estratégia do jogo baixo da PJ e do MP, para não terem que reconhecer publicamente a forma incompetente e sofrível como trataram este assunto desde o início — como aconteceu, também, com o caso do Rui Pedro.
  4. É óbvio que existem muitos casais portugueses que já fizeram o mesmo que os McCann (abandono temporário de menor), felizmente sem consequências graves; alguém que atire a primeira pedra;
  5. É óbvio que alguém que já tinha “marcado” a criança, introduziu-se no apartamento, imobilizou-a, muito provavelmente amordaçou-a, e transportou-a para um veículo nas imediações que saiu do local rapidamente;
  6. É óbvio que a Polícia Judiciária tem feito um jogo sabujo que envergonha o País, e que já levou à demissão do seu Director Nacional;
  7. É óbvio que o Ministério Público está atolado até ao pescoço neste processo;
  8. É óbvio que os me(r)dia adoram folhetins, e tal como aconteceu com o caso do “Sargento Gomes”, alimentam a saga e sanha contra os McCann, respaldados pelas “fugas” de pistas falsas lançadas pela própria PJ e pelo MP;
  9. É óbvio que tudo isto é uma vergonha!

Nada como uma boa polémica

Arquivado como: Sociedade, cultura — O. Braga @ 8:16 pm
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Com o boicote à GALP, este blogue atingiu no dia 28 de Maio (só ontem) 2.974 visitas!

Nada como uma boa polémica para atrair a clientela: sexo, escândalo, crónicas de maledicência política, bisbilhotice, blasfémias, etc., para fazer crescer o interesse do povinho…e há por aí quem entenda mais disto do que eu.

Citação blogosférica


Pink Nazism

Memoriais : «Leio no Público que Berlim já tem um bonito memorial em homenagem aos gueis vítimas do nazismo. Uma coisa pós-moderna dentro da qual um vídeo passa repetidamente a imagem de dois homens osculando-se. Parece que está também prevista a construção de um outro memorial em lembrança dos ciganos. Com aquele enorme que já existia referente aos judeus e mais algum que se venha a fazer, Berlim é já uma referência em termos de memoriais. Não conheço a cidade, mas no meio de tantas construções destinadas à “preservação da memória”, alguém me pode informar se existe por lá alguma que recorde os berlinenses mortos pelos bombardeamentos anglo-americanos ou pelas hordas do exército vermelho? E, em caso afirmativo, qual a ruazinha onde se situa?»


Propaganda homo-erótica

Este texto recorda-me o “pink nazism” que foi erradicado da nossa memória histórica; e lembra-me um artigo que escrevi para a Wikipedia sobre este tema que foi censurado pelos agentes do politicamente correcto que controlam a “enciclopédia livre”.

Adenda: em relação ao live and let live (não agradeço o link) da escória marxista cultural, acontece como a ministra espanhola da “igualdade”, María Teresa Fernández de la Vega, que defende acerrimamente o live and let live, e depois fica horrorizada depois de ter sido fotografada ao lado de um empresário nigeriano polígamo. A merda do argumento do live and let live, pelos vistos, só serve para o que interessa e quando interessa, e depois fazem posts a tentarem fazer dos outros estúpidos. Querem enganar quem?

Adenda 2: pergunta um comentador: “por que diz que o cartaz é homoerótico?” Em primeiro lugar, notei que ele escreveu “homoerótico“, enquanto que eu escrevi “homo-erótico“, o que denota que o comentador não é ingénuo de todo — pelo contrário. Um “naïv” teria copiado o meu adjectivo hifenizado. Contudo, resolvi colocar aqui outra foto de propaganda homo-erótica nazi, a ver se o nosso comentador se esclarece.

Será que o comentador vê alguma analogia entre as duas fotos — ou preciso de lhe fazer um desenho?

Ao contrário do que nos dizem, ainda há mulheres inteligentes!

Arquivado como: feminismo — O. Braga @ 12:45 am
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Descobri este blogue que já está no meu blogroll: A Woman Against Feminism and For Men’s Rights. Ela não é tão absurda como nos querem impingir os agentes do politicamente correcto, quando nos pretendem dizer que já não há mulheres inteligentes.

O sindroma de Sócrates

Arquivado como: josé sócrates — O. Braga @ 12:11 am
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Do Budismo ao Cristianismo (1)

Arquivado como: Religare — O. Braga @ 3:59 pm
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Há quem acuse o Budismo de ser uma religião imanentista (1), isto é, panteísta. A dificuldade de o Homem ocidental em compreender a filosofia budista prende-se com o facto de ela assumir simultaneamente dois níveis de realidade: a transcendência (2) e a imanência (3) (Nirvana e Samsara). Como as três grandes religiões monoteístas, o Budismo apresenta-se, na sua origem, como uma religião da transcendência, e deste ponto de vista, a lógica búdica opõe-se às lógicas pagãs ― que não fazem uma ruptura entre “o aqui em baixo” e “o além”. Contudo, a conjugação da imanência e a transcendência budista resulta num panenteísmo (não no sentido descrito na Wikipédia, mas neste sentido).

O panenteísmo não é só característica do budismo: Jesus Cristo, quando disse que o “Pai e eu somos só Um” (S. João, 10:30) , declara o Seu panenteísmo, que mais tarde foi escamoteado e adulterado pelos doutores da Igreja Católica nos vários concílios que antecederam a Idade Média.

Há quem seja da opinião de que o budismo é uma religião onde Deus está ausente ― onde não existe o Deus das religiões monoteístas. Para o Budismo original e doutrinariamente puro, o Nirvana é o Absoluto, e neste sentido, podemos dizer que é Deus. Porém, o Absoluto búdico não é o Alá castigador e justiceiro, não é o Jeová atemorizador e recompensador, nem é o Pai de Jesus Cristo: é a essência de tudo o que existe no espaço-tempo, fora do espaço-tempo, onde todas as almas almejam reunir-se através dos ciclos purificadores de morte e nascimento.
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Vou lendo…

Arquivado como: cultura — O. Braga @ 12:29 pm
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Quid pro Quod

Arquivado como: Hydra gay — O. Braga @ 3:34 am
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No meio da crise do pitrol e com a pobreza do país a aumentar, o Estado Sentido acha que a condição dos coitadinhos dos gays anda esquecida pelo poder político, e “pensa” que o estatuto e condição de um negro — que tem família, mulher e filhos, e que está muitas vezes sujeito ao racismo — é equiparável ao de um gay. Se eu fosse negro (e mesmo não o sendo), sentia-me insultado, como aliás se sente insultada a esmagadora maioria dos negros americanos que são confrontados com tal aberrante analogia.

Ademais, e seguindo raciocínio do escriba — e no mesmo tom e compasso que ele propôs, em que recomenda que os “homofóbicos” deveriam ser sodomizados –, eu acho que os gays deveriam ser empalados sem apelo nem agravo:

    – deixavam de nos chatear com reivindicações sem fim à vista;
    – até na morte eram felizes.

Primeiro livro sobre o Desenho Inteligente

Arquivado como: Religare — O. Braga @ 3:20 am
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O primeiro livro sobre “Desenho Inteligente” - The Mystery of Life’s Origin - de Charles Thaxton, Walter Bradley, e Roger Olson (1984), prefaciado por Dean Kenyon, encontra-se esgotado há algum tempo.

Podem fazer o download da versão (língua inglesa) em PDF aqui. (70 Megas).

Notícia respigada aqui.

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