
“Jovem Travesti”, de Klossowski
Quando falei aqui sobre o artista sul-americano que expôs um cão a morrer à fome e sede como sendo um objecto de arte, e do alemão que colocou um moribundo nas mesmas condições, não me lembrei, neste post, de dar os nomes aos bois que precederam as duas bestas supracitadas: um deles, é Pierre Klossowski, e outro é Michel Foulcault — este último, amigo do primeiro e um pedófilo inveterado, orgulhoso desse facto e publicamente assumido. É desta merda de que se orgulha a cultura contemporânea.
Klossowski era um obcecado por imagens sadistas, tanto em desenhos que fazia, como nos livros que escreveu (por exemplo, “Sade, o meu próximo”). Como não poderia deixar de ser, Klossowski adorava Nietzsche.
Um dos desenhos de Pierre Klossowski (não confundi com Balthus, o seu irmão) ilustrava um monge a sodomizar um menino, o que encantou e entusiasmou Michel Foulcault. Noutro desenho, uma mulher nua estava amarrada numa cama enquanto um anão a fornicava; e dos livros que mais gostou de publicar, o “Baphomet” conta a estória do triunfo do anticristo sobre a ordem divina.
Estão a ver como a merda se transmite por via cultural? E pior: a cada geração que passa, o ar torna-se mais pestilento.


