perspectivas

Terça-feira, 15 Abril 2008

Tratado de Lisboa reintroduz a pena-de-morte na Europa

Arquivar em: Política, Portugal — O. Braga @ 8:00 pm
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Se alguém duvidava que estamos a andar para trás, sob o ponto de vista civilizacional e cultural, eis a prova: o Tratado de Lisboa reintroduz a pena-de-morte em países que já não a tinham — como é o caso de Portugal — excepto nos denominados “crimes contra o Estado” em “situação de guerra, tumultos e sublevação popular”. Estamos em presença da construção de um leviatão à moda da ex-URSS.

«One last point: Professor Schachtschneider pointed out that it also reintroduces the death penalty in Europe, which I think is very important, in light of the fact that, especially Italy was trying to abandon the death penalty through the United Nations, forever. And this is not in the treaty, but in a footnote, because with the European Union reform treaty, we accept also the European Union Charter, which says that there is no death penalty, and then it has a footnote, which says, “except in the case of war, riots, upheaval”—then the death penalty is possible. Schachtschneider points to the fact that this is an outrage, because they put it in a footnote of a footnote, and you have to read it, like really like a super-expert to find out!»


Actualização:

Encontrei aqui o seguinte texto:

Poderão comissários europeus mandar abater a tiro quem tiver uma opinião diferente?


Karl Albrecht Schachtschneider, professor universitário, faz a seguinte afirmação fulcral num artigo do DIE WELT sobre a UE, algo que é frequentemente designado por “bolchevismo europeu” pelos livres-pensadores. Schachtschneider esclarece-nos da seguinte forma: Quem quiser defender a justiça, terá de abandonar a UE. A República Federal da Alemanha já não é um Estado de direito! Frau Merkel quer um Estado cada vez mais pária. A RFA é a região do capitalismo global. Segundo a sua Constituição, a Alemanha não pode fazer parte de uma união destas. A UE é uma burocracia centralista. Os povos não governam através do Parlamento Europeu, mas através de um tribunal, cujos juízes são nomeados por políticos de lobby. Os Direitos Humanos europeus não se destinam às pessoas, mas para os gafanhotos globalísticos explorarem as pessoas. O princípio social já não tem hipótese. As populações têm de ajustar os seus padrões por baixo. O Tribunal Europeu actua como alavanca da desdemocratização e da desautorização dos povos. O Tribunal Europeu torna as pessoas indefesas contra a globalização.

A liberdade de circulação do capital possibilita a sua transferência para países de mão-de-obra barata e origina o desemprego onde o capital foi criado. Os países deixam de ter influência sobre a desvalorização do dinheiro. A comparticipação financeira da RFA é injectada nas regiões onde há inflação e, consequentemente, empobrece a sua própria população. A separação de poderes não está redigida, portanto, a democracia não está prevista. Não pode haver maior afronta ao Estado de Direito do que o poder dado ao Tribunal Europeu. A Constituição europeia é a tentativa de criarem uma lei de plenos poderes, com pena de morte para os que tiverem opiniões diferentes, sob a capa de estarem a combater agitadores.

Leia de seguida o artigo completo do Professor Schachtschneider:

4 Comentários

  1. “sublevação popular” !!! Lá teremo que ser todos Pró Acordo!
    Perdi a imaginação!!! É verdade isto? É doidice de mau gosto? É mau andar distraído … Mas nunca pensei que esta gentalha vaidosa até ao perigo (como o MC é) faz questão de impor que se leva mesmo a sério, como uma sangria solta a dar asas à sua faustosa palermice.
    Serei um caso de condenação à morte! Mas está bem.
    Fiquei a bater mal … hoje é dia 14 de abril de 2008 ou quê??

    Comentário por D Pt Mdr — Segunda-feira, 14 Abril 2008 @ 9:58 pm

  2. Bem, os putos argelinos de Paris estão feitos!!!
    É o que isso quer dizer, não é?
    Expliquem-me!!! Fiquei Apardalada!
    Linda coisa o tratado de Lisboa!

    Comentário por D Pt Mdr — Segunda-feira, 14 Abril 2008 @ 10:01 pm

  3. Ena, cum caneco, como é que esta porra passou pelas barbas dos meios de comunicação?

    Comentário por fenéco — Terça-feira, 15 Abril 2008 @ 3:12 pm

  4. Eu não conheço o conteúdo do Tratado em pormenor, mas confio na informação dada pelo Professor Schachtschneider.

    Comentário por Orlando — Terça-feira, 15 Abril 2008 @ 8:49 pm


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