Raleane “Rae” Kupferschmidt, de 65 anos, esteve em coma profundo e foi dada como morta pelos médicos, devido a hemorragias cerebrais massivas. Depois da “morte cerebral” ter sido decretada pelos médicos, os familiares de Raleane iniciaram os preparativos para o seu funeral quando, inesperadamente, ela começou a falar e a andar. Não existem explicações médicas para este caso.
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Numa altura em que o aborto é decretado como livre em função da formação total do cérebro, casos como o de Raleane “Rae” Kupferschmidt alertam-nos para o facto de, por muito que a nossa medicina esteja avançada, continuarmos a tentar fazer o papel de Deus.




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