
*COMUNICADO OFICIAL*
Camaradas:
O nosso ministro camarada da saúde foi – mais uma vez – vilipendiado por uma casta de curandeiros que manipula a Ordem dos Médicos. A maioria dos nossos médicos sabe que esses curandeiros usurparam o poder na Ordem, manipulados pelos mitos dos obscurantistas religiosos que irracionalmente – e contra todas as evidências científicas – vêem no embrião e no feto o princípio da vida humana.
A prova de que o feto e o embrião não são o princípio da vida, é que a garça-real e o açor estão em vias de extinção e não têm fetos nem embriões, e por isso impõem-se medidas de Estado apoiadas pela U.E. de reprodução medicamente assistida (1) em cativeiro dessas aves raras, mesmo que tenhamos que agir, neste caso especifico e só neste caso, contra os direitos reprodutivos das fêmeas das garças-reais (a fêmea da Garça é lésbica) e das fêmeas dos açores – a fêmea do Açor é heterossexual, mas como felizmente há cada vez mais metrossexuais nos açores, aumentaram os bissexuais e já vão aparecendo muitos açores gay e até transgenéros, revelando-se uma evolução tolerante, interessante e positiva da espécie, superiorizando-se até a outras espécies europeias, o que mantém Portugal na média europeia a 27.
Destes factos decorre a necessidade urgente de implementação das medidas de reprodução medicamente assistida em cativeiro da garça e do açor, porque se tratam de espécies especiais e culturalmente evoluídas que interessa preservar.
Já o lince da Malcata apresenta mais problemas porque para além de ter comportamentos sexuais atavicamente enraizados, e já considerados como “exóticos” e “desadequados” pela União Europeia – que se traduzem em hábitos de reprodução primitivos e retrossexualmente endémicos –, o lince da Malcata esconde-se das câmaras da SIC, o que torna esta espécie extremamente difícil trabalhar do ponto de vista cultural.
Segundo a teoria científica reconhecida e recomendada pela ONU, pela UNESCO, pela União Europeia e pela Fernanda Câncio, o princípio da vida humana seria determinado pelo princípio ovíparo do Homem, mas sendo que o Homem não pode ser ovíparo porque o corpo é da mulher e não do Homem, com o advento da modernidade e da libertação feminina, e principalmente com a evolução darwiniana pós-modernista feminista, a mulher transformou-se num ser ovovivíparo que só pare realmente quando a criança sai da casca – que é onde realmente começa a vida humana.
O que os curandeiros supra-referidos pretendem é comparar a mulher a um animal marsupial que tem que carregar a cria numa bolsa antes mesmo de parir oficialmente, o que constitui – de uma forma inqualificável e atentatória para a sua dignidade – um insulto execrando às subespécies de cangurus em vias de extinção.
O que está por detrás da atitude desses curandeiros da Ordem dos Médicos é uma agenda política retrógrada e passadista, que visa destruir a gloriosa luta das forças progressistas e revolucionárias contra o Aquecimento Global (AG), contra os Ventos Elíseos (VE), a favor da Corrente do Golfo (CG) e a favor das Chuvas Tropicais da Monção Asiática (CTMA) – exclui-se o “El Niño” (FUCKIT) da nossa agenda porque este fenómeno ocorre durante o Natal (FUCKITAGAIN), o que poderia dar azo a confusões ideológicas entre os nossos camaradas, de que se aproveitariam os curandeiros que defendem o mito do feto como o princípio da vida humana.
Entretanto, mobilizamos já os nossos camaradas socialistas e o pedreiro-mor do ministério público no sentido de repor – por via da força bruta – a legalidade constitucional (que como sabemos, não se refere, em nenhum ponto, à vida humana como sendo proveniente do feto) contra essa casta retrossexual de curandeiros que pretende a perpetuação da limitação dos direitos reprodutivos da mulher e que, concomitantemente, é contra a liberdade sagrada do Homem em mandar abortar a mulher sempre que quiser.
A luta continua!
Terreiro do Paço, (em dia a decidir pelo ministro camarada da saúde), (em ano a decidir pela UNI)
J. Sócras – PhD, PhD, PhD, PhD, PhD.
Secretário-geral na (in)clandestinidade
Engenheiro, licenciado em engenharia, PhD em Engenharia e engenheiro. Adicionalmente, engenheiro especializado em instalações aeroportuárias.
PhD em “Dialéctica da Semiótica Marxista Cultural” (Madrid – 1945)
PhD em “Naturalismo Profiláctico nas Relações Ibéricas” (Salamanca – de 11 de Agosto de 1935 a 30 de Fevereiro de 1911)
PhD em “Semântica da Fenomenologia do Estruturalismo Aplicado ao Diálogo Inter-cultural” (Constantinopla e Bagdad – 125 a.C.)
PhD em “Dinâmica do Misticismo Marxista na Relação com a Fé Neoliberal Hayekiana” – (Lisboa, UNI, com a preciosa colaboração de Estradas de Portugal SA, 2099)
(1) Sigla: “AssMeRt”, do americano do Illinois “Assisted Medical Reproduction”




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Abaixo! Abaixo a Ordem retrógrada dos Médicos, cambada de reaccionários anti-sociais, que são contra as medidas que visam o controle de parições selvagens a que se deve contrapor a parição medicamente assistida e controlada, geneticamente aprovada pelo comité revolucionário da tiocracia reinante.
Comentário por Henrique — Sábado, 17 Novembro 2007 @ 10:47 pm