O Materialismo Histórico
“Sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares faz-se por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, segundo os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; deixarão de representar o povo, passando a representar-se a si mesmos e as suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disto não conhece a natureza humana.” – Mikhail Aleksandrovich Bakunin (1814-1876)
Esta tão simples e óbvia dedução de Bakunin prova que Karl Marx estava profundamente errado, não só sob o ponto de vista antropológico, como do ponto de vista filosófico.
++++++++++++
Mozart compôs as suas primeiras obras musicais aos três anos de idade. Os meninos-prodígio não são assim tão incomuns, mas a nossa ciência não tem estado convenientemente atenta para determinados fenómenos, só porque não encontra ainda qualquer explicação para eles. Por exemplo, os relatos de crianças filhas de pais analfabetos, que com três ou quatro anos falam duas ou mais línguas, continuam a ser, não só ignorados, como silenciados em tabu pela ciência oficial. Mas pior do que silenciar aquilo que não conhecemos com medo de reconhecermos a nossa ignorância, como faz a ciência, é tentar justificar a nossa ignorância, como fizeram Karl Marx e muitos outros, antes e depois dele.
Das pouquíssimas ideias de que estou de acordo com Nietzsche, é a de que o Homem, em geral, adere à religião por medo, e não o devia fazer – concordo com Nietzsche na forma, não na essência. Mas é tão irracional que alguém adira a uma religião por medo, como alguém que condene as religiões pelo mesmo medo: a tentativa da justificação da morte.
A minha convivência com Marx sempre foi, e desde que tive o primeiro contacto com a sua visão do mundo, de total e veemente repugnância, porque ficou desde logo claro para mim que Marx aproveita-se de uma análise empírica e mesmo simplista da realidade para intuir que o ser humano é um autómato. Por exemplo, Marx constatou que “a História é feita por seres humanos vivos” (sic, Ideologia Alemã), o que é uma verdade de La Palice (uma constatação simplista), para dizer a seguir que Kant estava ao serviço da burguesia quando pensou a sua filosofia:
“Kant não fez mais do que transformar os interesses materiais e a vontade condicionada e determinada por relações materiais de produção da burguesia, em autodeterminações puras de livre vontade, da vontade em si, e por si.” – Karl Marx (Ideologia Alemã)
Marx, para além de patético e perigoso, é injusto. Kant, como Fichte, foram perseguidos pelo cristianismo luterano da sua época, exactamente porque as suas teorias não coincidiam com os cânones da religião. Fichte foi mesmo destituído de uma cátedra universitária, devido a pressões da igreja luterana alemã. Dizer que Kant estava ao lado do status quo da “religião burguesa” é um absurdo.
Marx é também patético e por isso, perigoso, porque (fazendo parceria com Nietzsche) está na origem de grande percentagem do Horror do século XX, que todos nós devemos sublimar, mas nunca esquecer. Sobre a religião, escreve Marx:
“Todas as formas e produtos da consciência podem ser eliminados, não mediante a crítica intelectual, (…) mas só através da transformação prática das relações sociais existentes, de que derivam essas mesmas fantasias idealistas. (…) Não é a crítica, mas a revolução, a força motriz da História, e também da história da religião, da filosofia e de qualquer outra teoria.” – Karl Marx (Ib.)
Este é o princípio da lobotomia violenta anti-religiosa proposta por Karl Marx; resumindo: nada de crítica intelectual, porque os assuntos resolvem-se à lei da bomba. Marx foi o Ayathola do materialismo filosófico.
Marx e Nietzsche foram os dois “filósofos” que mais marcaram negativamente o século XX (e o neoliberalismo de Hayek é o monstro ideológico antropocêntrico que se segue); Nietzsche era mais um literário do que um filósofo, e Marx mais um antropólogo do que um amante da contemplação filosófica. Em nome da verdade, redima-se assim a Filosofia.
Olhando para a História do século XX, constatamos o Horror permanente, as revoluções que fracassaram com largas centenas de milhões de vítimas das experiências antropológicas e antropocêntricas protagonizadas pelo marxismo e pelo nazismo – tudo isto porque Marx estava errado, e porque Nietzsche era um louco. Constatar isto causa arrepios.
Custa-me saber que os nossos principais líderes e gurus políticos tenham quase todos tido uma formação marxista: os ex-maoístas Durão Barroso e Pacheco Pereira, Francisco Louçã e a Esquerda Kitsch, Jerónimo de Sousa e os comunistas ortodoxos, José Sócrates, Mário Soares e os socialistas marxistas culturais, etc., são gente que ainda está formatada numa visão marxista do mundo, em que se legitima a violência – e não a crítica intelectual que tende a fortalecer a opinião pública – como forma de se conseguirem os objectivos políticos de classe, isto é, os objectivos da classe política dominante, bem-entendido e como muito bem constatou Bakunin. Mesmo que esses nossos políticos tenham formalmente renunciado à violência como forma de imporem o seu poder de classe, não deixam de ter pensado que o marxismo económico ou cultural seria o instrumento ideal para conseguirem esse Poder.
++++++++++++++
O Comunismo
Há quem compare Karl Marx a Jesus Cristo e considere que as ex-ditaduras comunistas de leste e a China “revisionista” são maus exemplos da aplicação da teoria antropológica de Marx. Contudo, não só Jesus Cristo não encomendou a violência como forma de se obter a fraternidade entre os homens, como os exemplos dos países ex-comunistas provam de que existem características da natureza humana que são inultrapassáveis, mesmo quando sujeitas à repressão mais feroz; enquanto existirem dois seres humanos na Terra, haverá sempre um mais rico que o outro.
Em contraponto ao marxismo, existem três formas de atenuar o problema natural (característica sociobiológica) da desigualdade social:
A primeira, através dos impostos sobre quem mais ganha, libertando os mais pobres de impostos adicionais que sustentem as acções estatais de solidariedade social, e garantindo, com esses impostos extraordinários sobre os mais ricos, a protecção social necessária a quem mais precisa. No fundo, o objectivo de Marx segundo o qual “a cada um segundo a sua capacidade, e a cada um segundo as próprias necessidades”, é possível de se conseguir através da intervenção dos Estados sobre distribuição social da riqueza.
A segunda, através de iniciativas privadas e de apelos à solidariedade social privada, com a utilização da religiosidade humana natural para iniciativas de altruísmo social.
A terceira, através do fomento apoiado pelos Estados, em conjunção com a iniciativa privada, do conhecimento e da elevação dos níveis de educação da nossa população mundial, não descurando as Humanidades em favor das Ciências, e mantendo um ensino com uma visão global do mundo e do ser humano. Quanto mais educada, de uma forma global e não estritamente especializada, for a população mundial, mais difícil se torna a acumulação descomunal de riqueza por uma minoria. A especialização é o antolho moderno do Homem, que o deixa manipulável e em situação indefesa.
Estes três pontos constituem a base angular de uma visão conservadora da sociedade. Um conservador é alguém que encara a natureza humana com o realismo necessário para conseguir os objectivos preconizados pelos libertários, mas sem as convulsões sociais libertárias que podem traumatizar várias gerações, ou mesmo marcar negativamente a História da Humanidade.
Um conservador distingue-se claramente de um neoliberal hayekiano (ou libertário de direita), de um marxista ortodoxo, e de um libertário de Esquerda (ou marxista cultural):
Um neoliberal defende que o Estado deve cobrar o mínimo de impostos, ou mesmo nenhum imposto, tanto a ricos como a pobres; um marxista ortodoxo defende que os ricos deveriam ser extintos pela violência, sendo substituídos pela nomenclatura elitista denunciada por Bakunin, mantendo-se os impostos sobre toda a população; o marxismo cultural defende que os ricos deveriam pagar todos os impostos, e que os mais pobres deveriam ser totalmente isentos de contribuições.
O neoliberal defende que as religiões são do foro privado dos cidadãos e não têm que ser utensílio de utilização por parte do Estado para acções de solidariedade social, ou para qualquer outro tipo de acções sociais; um marxista ortodoxo defende que as religiões devem ser estritamente controladas pelo Estado de forma a não interferirem com a acção social estatal, ou com qualquer outra iniciativa da sociedade controlada pelo Estado; um marxista cultural defende que as religiões devem ser perseguidas ideologicamente através da manipulação política dos mídia, da opinião pública e do ensino oficial, e qualquer iniciativa de solidariedade social privada promovida pelas religiões é encarada pelo marxista cultural segundo o conceito de Marx de “uma manifestação de inferioridade da propriedade privada que pretende colocar-se como comunidade positiva” (Manuscritos Económico-filosóficos de 1844). Se substituirmos, nesta frase, “propriedade privada” por “cultura religiosa”, chegamos à ideia marxista cultural sobre as religiões.
O neoliberal defende que a educação dever ser negócio exclusivo da iniciativa privada; um marxista ortodoxo defende que a educação deve ser, não só da alçada total do Estado, como politicamente orientada e controlada pelo Estado em função dos cânones ideológicos que o norteiam e defendendo a especialização; o marxista cultural defende a monitorização política securitária do ensino privado e público, tendo como base a total especialização e sectarismo pedagógico que não permita ao educando uma visão global do mundo, e seguindo o conceito de Marx de “alienação” transposto da área económica para a área cultural politicamente correcta.
No primeiro caso, estamos longe de atingir o objectivo, porque o nosso governo penaliza claramente os mais pobres. Não podemos esquecer que o sistema de protecção social alemão foi construído pelo democrata-cristão Konrad Adenauer, e desenvolvido pela coligação conservadora alemã da CDU/CSU até meados da década de 70; a protecção social do Estado aos mais pobres não é, de todo, uma característica exclusiva da Esquerda.
No segundo caso, o marxismo cultural presente no nosso governo persegue as religiões, em vez de se servir delas para iniciativas sociais de distribuição da riqueza.
No terceiro caso, assistimos a uma educação aberrante, que forma analfabetos funcionais em nome de uma pretensa especialização. Se Marx estava errado, os nossos políticos de formação cultural marxista ainda pioram a situação.
(A continuar)



«Custa-me saber que os nossos principais líderes e gurus políticos tenham quase todos tido uma formação marxista: os ex-maoístas Durão Barroso e Pacheco Pereira, Francisco Louçã e a Esquerda Kitsch, Jerónimo de Sousa e os comunistas ortodoxos, José Sócrates, Mário Soares e os socialistas marxistas culturais, etc., são gente que ainda está formatada numa visão marxista do mundo, em que se legitima a violência – e não a crítica intelectual que tende a fortalecer a opinião pública – como forma de se conseguirem os objectivos políticos de classe, isto é, os objectivos da classe política dominante, bem-entendido e como muito bem constatou Bakunin. Mesmo que esses nossos políticos tenham formalmente renunciado à violência como forma de imporem o seu poder de classe, não deixam de ter pensado que o marxismo económico ou cultural seria o instrumento ideal para conseguirem esse Poder.»
Estamos entregues a gente desonesta (talvez algum ainda escape), gente que nunca pensou realmente dar aos seus concidadãos uma vida mais digna. Apenas quiseram satisfazer a sua incomensurável ambição de poder.
Comentário por Henrique — Sexta-feira, 9 Novembro 2007 @ 10:43 am
A culpa das guerras e mortes do séc XX é do marxismo e das suas revoluções??
E donde vieram as ideias de libertação dos povos? e que filosofias politicas estiveram por detrás das explorações dos povos do hemisfério Sul que levaram ao maior numero de mortes do Séc?
Marx não tem culpa do uso distorcido das suas teorias assim como Cristo nada tem a ver com a Inquisição ou Einstein com a bomba atómica.
Comentário por Joao Bacelar — Quinta-Feira, 6 Dezembro 2007 @ 4:05 am
Falácia, meu caro Bacelar, falácia: a comparação é intelectualmente desonesta. Nunca se ouviu a Cristo dizer que a violência se justifica, e Marx não fez outra coisa.
Comentário por Orlando — Quinta-Feira, 6 Dezembro 2007 @ 3:57 pm
Realmente assim como Jesus, Marx ainda hoje provoca muita polêmica. Mas talvez estivessem enganados pois não haveria tantas mortes e horrores como Jesus disse acerca do prinicipio das dores pela humanidade “esta escrito nos evangelhos”,ou como Marx preconizava em relação ao acúmulo de capitais ,sobre a deflagração das grandes guerras capitalistas para conquistar mercados. Mas como todos aqueles que ousam confrontar o sistema com a realidade “os demônios” que são os defensores deste sistema podre sempre se sentiram ameaçados.Só para lembrar “O REINO DE dEUS SERÁ CONQUISTADO PELA FORÇA E PELA ESPADA” Palavras de Jesus.
Comentário por incauto porem ironico como o mestre — Quinta-Feira, 31 Janeiro 2008 @ 11:58 pm
Não retirar as frases de Jesus do contexto: a “espada” de Jesus era simbólica, significava a vontade e a persistência. Os marxistas agarram-se à “espada” de Jesus com unhas e dentes, porque não conseguem encontrar rigorosamente mais nada nas palavras dele que denotem o apelo à violência. Contudo, não podemos esquecer que até Jesus expulsou os vendilhões do templo.
Comentário por Orlando — Sexta-feira, 1 Fevereiro 2008 @ 5:42 pm
Agora entendi o nível da conveniência do papai noel dos adultos. Então quando ele diz “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada” (Mateus, 10:34) devemos entender isto simbolicamente, quero dizer que não discordo, afinal são metáforas lacunares e contraditórias que permeiam a maior parte do antigo e novo testamentos. Até porque, deve ser simbólico também o Deus sedento de sangue do antigo testamento que mata crianças com pragas e manda pais matarem filhos sem questionar sua autoridade. Tudo porque seria incapaz de aceitar os desdobramentos do livre arbítrio que supostamente ele mesmo concedeu, assim como o eram os homens da época que escreveram tais lendas.
Vai ver que é por isso que não houve intervenção divina contra as cruzadas e os genocídios de Incas e Astecas, para não dizer outros povos que não mais estão entre nós. Tudo em nome do filho do boto do Rio Jordão.
Jesus foi o único cristão e o cristianismo morreu com ele na cruz meus caros. O que temos é o legado de um soldado romano, incapaz de entender seus ataques de epilepsia ou surtos de histeria, que concebeu um tipo de moralidade enaltecedora das fraquezas e da submissão humana aos ditames e caprichos de um ser transcendente, que caso eu esteja errado e realmente exista como na forma pensada pelos monoteístas, só pode ser um desocupado que alimenta um senso de humor doentio assistindo as venturas e desventuras de suas crias. Isto porque, estar preocupado com os dramas pessoais de criaturas vocacionadas a extinção como qualquer outra é desperdiçar de mais a inteligência suprema que lhe é julgamos ser inerente e que por isso nossa reles mente humana não seria capaz de entender.
Meus caros creiam no que vocês quiserem, pois a vontade é configuradora do mundo, e seus produtos simbólicos ou materiais não passam de meros produtos externalizados da mente humana. Por isso, culpar Marx e Nietzsche pelos descaminhos do século XX é o mesmo que culpar Jesus por todas as atrocidades que foram feitas em seu nome, com uma única diferença, Marx e Nietzsche não se pretendiam divindades, como o enteado do carpinteiro tolerante. Ou seja, se ele realmente estivesse interessado em nós, não permitiria mais tantas deturpações em seu nome, afinal ele não teria se sacrificado por nós? Afinal ele não tem poderes transcendentais? Mas será que isso não ocorre porque de divino ele não tinha nada, seja porque era tão humano como qualquer um de nós ou por que efetivamente ele não está nem aí.
A diferença á que no legado de Marx, do qual tenho sérias críticas também, porém todas de ordem heurísticas, devido algumas inconsistências empíricas ante ao mundo de hoje, não se pressupõem que não os próprios homens sejam os responsáveis pelas suas venturas e desventuras. Nietzsche então nem se fala, ele é complexo demais para vocês o desrespeitarem de forma tão carente de argumentações sólidas, por conta de interpretações equivocadas que o Nacional-Socialismo no afã de justificar e legitimar suas atrocidades.
Respeitem Nietzsche, pois ele é o filósofo do além-homem. Ele nascerá postumamente, quanto nós estivermos preparados para entendermos nosso protagonismo no mundo. Quando nós superarmos nossa subserviência ao que julgamos nos transcender. Caso isso não ocorra o fim dos tempos terá chegado, não pelas mãos do Papai Noel dos adultos, mas pela ganância do próprio homem embebido nos fetiches do capitalismo. A não ser que Júpiter e Saturno deixem um meteoro passar de seus campos gravitacionais, e é claro, entendamos que será a espada de Deus apontando-nos o Juízo Final.
Comentário por O amigo do filho do boto do Rio Jordão — Sexta-feira, 28 Março 2008 @ 5:09 am
Esclarecendo as confusões do leitor acima:
1) NÃO CONFUNDIR O ANTIGO TESTAMENTO COM OS EVANGELHOS. Como cristão, só conto com os Evangelhos. Estamos esclarecidos? Aquilo que vem no Antigo Testamento diz respeito ao judaísmo e não directamente ao cristianismo, uma vez que não me considero um cristão apologético. Quem “manda matar os filhos” consta do Antigo Testamento.
2. Os Incas e os Aztecas não foram dizimados em nome de Jesus, mas em nome do ouro e do Eldorado. As cruzadas tiveram uma motivação económica, e a prova disso foi a acção dos jesuítas cristãos — por exemplo, o Padre António Vieira — que desempenharam um papel fundamental na protecção dos índios no Brasil.
3. Jesus não defendeu a violência. Qualquer comparação entre Jesus e Marx ou Nietzsche é um insulto a uma inteligência de baixo QI. Trata-se de um fraquíssimo argumento.
4. Não sei qual o soldado romano epiléptico a que se refere o comentador. Esta forma encriptada de se expressar tem o inconveniente de não se fazer entender.
5. Sobre Nietzsche, escreveu o comentador :
Sobre Jesus, escreveu o comentador :
Acho que estamos conversados sobre as ideias do comentador. Nietzsche é uma espécie de anti-Cristo, e nisso, estamos todos de acordo — aliás, ele mesmo o reconheceu,vivendo louco e morrendo louco.
Comentário por Orlando — Sexta-feira, 28 Março 2008 @ 6:36 pm
Estou iniciando os estudos e de primeiro momento observo que independente de qualquer sistema o ser humano deveria ser mais solidário, irmão, afetuoso e ético.
Tudo o que aconteceu em nossa história até hoje deve servir de exemplo para todos nós.
Deus abençoe a todos.
Comentário por Leandro — Segunda-feira, 15 Setembro 2008 @ 2:18 pm