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	<title>Comentários em: Zeitgeist</title>
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	<description>“A única coisa que muda é o nosso olhar.” — G. K. Chesterton</description>
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		<title>Por: ubiratan</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-14846</link>
		<dc:creator><![CDATA[ubiratan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 11:54:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu que assisti o filme todo tenho a dizer o seguinte: apesar das críticas à religião o filme termina com uma visão teosófica da religião. O que se pretendia no início do filme é questionar as religiões estabelecidas como dogmas, pois são instrumentos da manipulação politíca que vai ser criticada em seguida. Embora eu não concorde com os argumentos, que por sinal são baseados em um livro do século xix que forçou muito a coisa, tenho que concordar que os 10 mandamentos são um resumo de leis do livro egípcio dos mortos(eu pude conferir num exemplar do livro dos mortos), mas, apesar de estarem lá, como vc disse são leis essenciais em toda as culturas, parecem programadas no instinto do homem, tanto que daí decorre a idéia de direito natural( que pode se dizer dado por Deus). No mais a associação astrológica de significados e entidades espirituais a astros constelações etc.. não é coisa estrita do hindus, tanto que em israel já foi encontrado em escavações representações do zodíaco ao redor da estrela de davi, e a nossa astrologia é muito menos hindu do que grega, romana, judia etc... basta olhar o nome das constelações dos planetas dos signos etc(não conheço nenhuma constelação que chamemos de vishnu, krishna etc...) o que não prova que o cristo não tenha existido e seja apenas um representação astrológica, com certeza ele existiu.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu que assisti o filme todo tenho a dizer o seguinte: apesar das críticas à religião o filme termina com uma visão teosófica da religião. O que se pretendia no início do filme é questionar as religiões estabelecidas como dogmas, pois são instrumentos da manipulação politíca que vai ser criticada em seguida. Embora eu não concorde com os argumentos, que por sinal são baseados em um livro do século xix que forçou muito a coisa, tenho que concordar que os 10 mandamentos são um resumo de leis do livro egípcio dos mortos(eu pude conferir num exemplar do livro dos mortos), mas, apesar de estarem lá, como vc disse são leis essenciais em toda as culturas, parecem programadas no instinto do homem, tanto que daí decorre a idéia de direito natural( que pode se dizer dado por Deus). No mais a associação astrológica de significados e entidades espirituais a astros constelações etc.. não é coisa estrita do hindus, tanto que em israel já foi encontrado em escavações representações do zodíaco ao redor da estrela de davi, e a nossa astrologia é muito menos hindu do que grega, romana, judia etc&#8230; basta olhar o nome das constelações dos planetas dos signos etc(não conheço nenhuma constelação que chamemos de vishnu, krishna etc&#8230;) o que não prova que o cristo não tenha existido e seja apenas um representação astrológica, com certeza ele existiu.</p>
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		<title>Por: Maria Helena</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-13792</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 19:05:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que é realmente importante no documentário é o facto de nos levar a questionar o que sempre pareceram verdades absolutas, no entanto parece-me mais um marxismo encapotado que outra coisa. Tudo o que nos leva a reflectir sobre a nossa sociedade, os nossos valores é positivo mas Zeitgeist parece saído de uma mente infantil que não aceite  o Homem como um animal que vive e faz História. De repente fez-se luz e um iluminado encontra a solução para um final feliz? Pela educação conseguiremos certamente pensar e pôr de pé um mundo melhor.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é realmente importante no documentário é o facto de nos levar a questionar o que sempre pareceram verdades absolutas, no entanto parece-me mais um marxismo encapotado que outra coisa. Tudo o que nos leva a reflectir sobre a nossa sociedade, os nossos valores é positivo mas Zeitgeist parece saído de uma mente infantil que não aceite  o Homem como um animal que vive e faz História. De repente fez-se luz e um iluminado encontra a solução para um final feliz? Pela educação conseguiremos certamente pensar e pôr de pé um mundo melhor.</p>
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	<item>
		<title>Por: Jimmy</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-13578</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jimmy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 20:19:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tem mais fatos comprovando a não existência de Jesus neste documentário, que em 2010 de cristianismo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem mais fatos comprovando a não existência de Jesus neste documentário, que em 2010 de cristianismo.</p>
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	<item>
		<title>Por: cátia</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-3183</link>
		<dc:creator><![CDATA[cátia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 13:40:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[concordo, estudo história da arte há três anos e depois de ter estudado a maioria das religiões que existiram desde os nossos primórdios, sei que muito do que se diz neste video é quase uma associação forçada e uma teoria da conspiração contra as religiões modernas, acho ridiculo e desnecessário.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>concordo, estudo história da arte há três anos e depois de ter estudado a maioria das religiões que existiram desde os nossos primórdios, sei que muito do que se diz neste video é quase uma associação forçada e uma teoria da conspiração contra as religiões modernas, acho ridiculo e desnecessário.</p>
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	<item>
		<title>Por: djaysel</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-2063</link>
		<dc:creator><![CDATA[djaysel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:22:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[prezado alguém... não encontrei seu nome aqui... de certo vc tem todo o direito de discordar do documentário, mesmo pq eu mesmo achei ele com uma certa paranóia infantil, mas o fato dele atacar a religião em si e colocar a situação toda em cima da crença da divindade solar não retira o valor de nada... tem uma frase logo no início que fala... &quot;Eu não sei o que Deus é... mas sei bem o que Ele não é&quot;. O objetivo do documentário é elucidar ao que se chama de conspiração... e pegar mitos ou fatos e distorce-los isso já foi tarefa muito bem feita da própria religião... quanto mais um documentário... não acho que ele fale a verdade, mesmo pq isso é um tanto quanto ridículo a discussão sobre a mesma, mas ele mostra fatos e conseqüências um tanto pesadas para se deixar passar... realmente deveria sempre, independente do que seja procurar ver as coisas até o final... sou esotérico e nem por todo aquele início deixei de ver o valor do mesmo... achei até poético ver na vida aquele que criou tudo... muito melhor do que ver no dinheiro... e vale ressaltar... Deus pra mim realmente não é um bufão no céu vendendo promessas e milagres... e arrecadando dinheiro feito um banco mundial... ridículo isso, mas o pior é que se explora muito esse detalhe nos cultos por aí afora...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>prezado alguém&#8230; não encontrei seu nome aqui&#8230; de certo vc tem todo o direito de discordar do documentário, mesmo pq eu mesmo achei ele com uma certa paranóia infantil, mas o fato dele atacar a religião em si e colocar a situação toda em cima da crença da divindade solar não retira o valor de nada&#8230; tem uma frase logo no início que fala&#8230; &#8220;Eu não sei o que Deus é&#8230; mas sei bem o que Ele não é&#8221;. O objetivo do documentário é elucidar ao que se chama de conspiração&#8230; e pegar mitos ou fatos e distorce-los isso já foi tarefa muito bem feita da própria religião&#8230; quanto mais um documentário&#8230; não acho que ele fale a verdade, mesmo pq isso é um tanto quanto ridículo a discussão sobre a mesma, mas ele mostra fatos e conseqüências um tanto pesadas para se deixar passar&#8230; realmente deveria sempre, independente do que seja procurar ver as coisas até o final&#8230; sou esotérico e nem por todo aquele início deixei de ver o valor do mesmo&#8230; achei até poético ver na vida aquele que criou tudo&#8230; muito melhor do que ver no dinheiro&#8230; e vale ressaltar&#8230; Deus pra mim realmente não é um bufão no céu vendendo promessas e milagres&#8230; e arrecadando dinheiro feito um banco mundial&#8230; ridículo isso, mas o pior é que se explora muito esse detalhe nos cultos por aí afora&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Orlando</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1475</link>
		<dc:creator><![CDATA[Orlando]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 17:38:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sehr G. Herrn Rauber: Man muss nicht ausgesprochen blöd sein, um Ihre Schreibe zu lesen, aber es erleichtet die Sache ungemein! Naturalmente que Zeitgeist &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;tem um significado clássico&lt;/a&gt; definido pela filosofia, mas o que eu quis dizer é que não se compreende a sua utilização neste filme em particular, que aborda várias épocas -- desde a antiguidade até aos tempos modernos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sehr G. Herrn Rauber: Man muss nicht ausgesprochen blöd sein, um Ihre Schreibe zu lesen, aber es erleichtet die Sache ungemein! Naturalmente que Zeitgeist <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist" rel="nofollow">tem um significado clássico</a> definido pela filosofia, mas o que eu quis dizer é que não se compreende a sua utilização neste filme em particular, que aborda várias épocas &#8212; desde a antiguidade até aos tempos modernos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rauber</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1470</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rauber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 02:59:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1470</guid>
		<description><![CDATA[Ah, porque esse filme não poderia ser chamado &quot;Coca-cola&quot;

segue abaixo:

Zeitgeist. Essa palavra alemã vai aparecer na sua vida nas próximas semanas. Com ela, muitos cientistas políticos vão procurar explicar o fenômeno Lula.

Para muitos analistas cultos, de dentro e fora dos comitês eleitorais, Lula conseguiu encarnar o zeitgeist do Brasil hoje. E aí, não tem marqueteiro, discurso político, denúncias, ataques, afagos ou qualquer outro recurso político que possa dobrá-lo.

Zeitgeist, 1997 óleo sobre tela

Zeitgeist é um substantivo composto alemão que se tornou um conceito de psicologia social e de filosofia, usado literalmente em outras línguas (inclusive entre intelectuais brasileiros). Zeit quer dizer tempo. Geist quer dizer espírito. Zeit + Geist = espírito do tempo, o sentimento de uma época, o pensamento de um momento histórico. Segundo o dicionário Webster, o &quot;aurélio&quot; da língua inglesa, &quot;the general intellectual, moral, and cultural climate of an era&quot; (o clima intelectual, moral e cultural geral de uma época).

Além de expressar movimentos políticos, manifestações de psicologia coletiva em certos momentos da história, zeitgeist também é usado para expressar fenômenos culturais arrebatadores. Nesse sentido, os Beatles encarnam o zeitgeist,; o movimento contra a guerra do Vietnã foi o espírito da época no início dos anos 1970; a Bossa Nova foi a manifestação do tempo carioca e brasileiro dos anos JK; a Jovem Guarda, O Menudo na década de 80 com o &quot;Não se reprima&quot;. O CD novo do Racionais &quot;Nada como um dia após outro dia&quot;, também é um exemplo; a frase que pegou no Brasil todo que foi inventada pelo Nuno Mendes locutor da 105 FM: &quot;É nóis na fita&quot;. Tudo isto também é zeitgeist.

O zeitgeist teve alguns momentos fortes na política, a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, a queda do muro de Berlim, as Diretas Já, o Fora Collor, etc. O zeitgeist opera como uma onda que empurra tudo o que se coloca em seu caminho: Quem estiver com ela, surfa sobre sua crista; quem estiver contra ela é massacrado, toma caldo.

O zeitgeist pegou Serra e nada que ele fez (e talvez nada que pudesse ter feito) alterou isso. Lula sintonizou o sentimento deste momento da vida brasileira, talvez de toda a América Latina e possivelmente até de uma boa parte do mundo. Os primeiros sinais dessa onda talvez tenham se manifestado nos grandes protestos contra a globalização que quase inviabilizaram todos os mais recentes encontros de líderes políticos e econômicos do Primeiro Mundo. Se antes a zeitgeist anterior era a globalização, a privatização, as ondas das massas se viraram contra isso e Lula de bermudão e prancha surfou neste novo vagalhão, representando uma nova alternativa, mostrando que o Consenso de Washington que dominou o mundo nos anos 90, fracassou historicamente, entrando no século XXI como uma política que as massas querem deixar para trás. &quot;Atrasado&quot; hoje é quem defende as idéias desses tecnocratas e especuladores de mercado financeiro.

A derrota de Serra não quer dizer, necessariamente, que ele ou seus assessores não soubessem que o espírito das massas estava contra ele. Eles sabiam. Tanto é que Serra procurou não se associar muito a Fernando Henrique e seu mote foi sempre a &quot;mudança&quot;.

Mas Lula, cuidado, afinal, o zeitgeist pode mudar nesses quatro anos (ou mesmo antes). No curto prazo, porém, o zeitgeist não dá sinais de parar. Ele vem como um tsunami (as ondas japonesas também chamadas de maremotos) para arrebatar consciências e corações, que foram feridos nos últimos anos pelos neoliberais.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, porque esse filme não poderia ser chamado &#8220;Coca-cola&#8221;</p>
<p>segue abaixo:</p>
<p>Zeitgeist. Essa palavra alemã vai aparecer na sua vida nas próximas semanas. Com ela, muitos cientistas políticos vão procurar explicar o fenômeno Lula.</p>
<p>Para muitos analistas cultos, de dentro e fora dos comitês eleitorais, Lula conseguiu encarnar o zeitgeist do Brasil hoje. E aí, não tem marqueteiro, discurso político, denúncias, ataques, afagos ou qualquer outro recurso político que possa dobrá-lo.</p>
<p>Zeitgeist, 1997 óleo sobre tela</p>
<p>Zeitgeist é um substantivo composto alemão que se tornou um conceito de psicologia social e de filosofia, usado literalmente em outras línguas (inclusive entre intelectuais brasileiros). Zeit quer dizer tempo. Geist quer dizer espírito. Zeit + Geist = espírito do tempo, o sentimento de uma época, o pensamento de um momento histórico. Segundo o dicionário Webster, o &#8220;aurélio&#8221; da língua inglesa, &#8220;the general intellectual, moral, and cultural climate of an era&#8221; (o clima intelectual, moral e cultural geral de uma época).</p>
<p>Além de expressar movimentos políticos, manifestações de psicologia coletiva em certos momentos da história, zeitgeist também é usado para expressar fenômenos culturais arrebatadores. Nesse sentido, os Beatles encarnam o zeitgeist,; o movimento contra a guerra do Vietnã foi o espírito da época no início dos anos 1970; a Bossa Nova foi a manifestação do tempo carioca e brasileiro dos anos JK; a Jovem Guarda, O Menudo na década de 80 com o &#8220;Não se reprima&#8221;. O CD novo do Racionais &#8220;Nada como um dia após outro dia&#8221;, também é um exemplo; a frase que pegou no Brasil todo que foi inventada pelo Nuno Mendes locutor da 105 FM: &#8220;É nóis na fita&#8221;. Tudo isto também é zeitgeist.</p>
<p>O zeitgeist teve alguns momentos fortes na política, a Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, a queda do muro de Berlim, as Diretas Já, o Fora Collor, etc. O zeitgeist opera como uma onda que empurra tudo o que se coloca em seu caminho: Quem estiver com ela, surfa sobre sua crista; quem estiver contra ela é massacrado, toma caldo.</p>
<p>O zeitgeist pegou Serra e nada que ele fez (e talvez nada que pudesse ter feito) alterou isso. Lula sintonizou o sentimento deste momento da vida brasileira, talvez de toda a América Latina e possivelmente até de uma boa parte do mundo. Os primeiros sinais dessa onda talvez tenham se manifestado nos grandes protestos contra a globalização que quase inviabilizaram todos os mais recentes encontros de líderes políticos e econômicos do Primeiro Mundo. Se antes a zeitgeist anterior era a globalização, a privatização, as ondas das massas se viraram contra isso e Lula de bermudão e prancha surfou neste novo vagalhão, representando uma nova alternativa, mostrando que o Consenso de Washington que dominou o mundo nos anos 90, fracassou historicamente, entrando no século XXI como uma política que as massas querem deixar para trás. &#8220;Atrasado&#8221; hoje é quem defende as idéias desses tecnocratas e especuladores de mercado financeiro.</p>
<p>A derrota de Serra não quer dizer, necessariamente, que ele ou seus assessores não soubessem que o espírito das massas estava contra ele. Eles sabiam. Tanto é que Serra procurou não se associar muito a Fernando Henrique e seu mote foi sempre a &#8220;mudança&#8221;.</p>
<p>Mas Lula, cuidado, afinal, o zeitgeist pode mudar nesses quatro anos (ou mesmo antes). No curto prazo, porém, o zeitgeist não dá sinais de parar. Ele vem como um tsunami (as ondas japonesas também chamadas de maremotos) para arrebatar consciências e corações, que foram feridos nos últimos anos pelos neoliberais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rauber</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1469</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rauber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2008 02:53:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Was ist das??? Naturewissenchaten ??? Ich glaube viele besser &quot;Naturwissenchaften&quot;, oder nicht?? Ich denke, wann konnen sie deutsche sprechen, als sie schreiben hier auch!!!! Wann konnen sie auf filosophie sprechen auch!! Zeitgeist foi panfletário para poder atingir de forma contundente uma massa de ignorantes que só entendem o &quot;CRÉU&quot;, de outra forma cientifica e elaborada, essas  muitas verídicas denúncias continuariam guardadas nas gavetas e na irresponsabilidade humana da maioria dos filósofos e pensadores que caminham por aí. Que conseguem, como a maioria dos criticos musicais, escrever sobre a qualidade de um trabalho musical, sem escutar um disco por completo... &quot;Leia-se Eduardo Galeano - Mundo ás avessas&quot; - desculpa a sinceridade, mas esse teu post foi um absurdo exatamente deste nível...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Was ist das??? Naturewissenchaten ??? Ich glaube viele besser &#8220;Naturwissenchaften&#8221;, oder nicht?? Ich denke, wann konnen sie deutsche sprechen, als sie schreiben hier auch!!!! Wann konnen sie auf filosophie sprechen auch!! Zeitgeist foi panfletário para poder atingir de forma contundente uma massa de ignorantes que só entendem o &#8220;CRÉU&#8221;, de outra forma cientifica e elaborada, essas  muitas verídicas denúncias continuariam guardadas nas gavetas e na irresponsabilidade humana da maioria dos filósofos e pensadores que caminham por aí. Que conseguem, como a maioria dos criticos musicais, escrever sobre a qualidade de um trabalho musical, sem escutar um disco por completo&#8230; &#8220;Leia-se Eduardo Galeano &#8211; Mundo ás avessas&#8221; &#8211; desculpa a sinceridade, mas esse teu post foi um absurdo exatamente deste nível&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sidney Moura</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1196</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sidney Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 19:29:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1196</guid>
		<description><![CDATA[Assistí ao documentário, e não sou doutor em nada. Não sou estudioso de filosofia, nem ao menos leio muito sobre o assunto. Não conheço nada de Nietzche ( nem sei escrever o nome direito ), não sei nada sobre Ciracionismo ou Evolucionismo. Sei que Darwin foi e ainda é importante pelos seus estudos e suas descobertas. Não conheço a Bíblia em profundidade, nem estudei religiões egípcias. Assim, encontro-me na posição de comum, como a grande maioria manipulável.
Caros amigos, posso afirmar que toda forma de manipulação é possível quando não se consegue encontrar condições de esclarecimento. E verdades religiosas científicas ou de qualquer outra natureza, são verdades porque argumentos críveis nos levam ao questionamento do que tínhamos anteriormente como sendo o verdadeiro.
Creio que estamos em uma época histórica em que a massificação das informações e a facilidade de acesso às mesmas tornam os questionamentos cada vez mais comuns. Nesse contexto, saber distinguir o que é sério do que é apenas manipulação é essencial para nossa evolução. Esses questionamentos das verdades podem tanto nos levar para cima quanto para baixo. 
E não pensem que não existem grupos de pessoas, sociedades, confrarias ou qualquer outro tipo de reunião social objetivando &#039;dominar o mundo&#039;. Existem, e ainda vão existir por tempos, enquanto não mudarmos nosso meio de vida. É preciso que a cooperação supere a competição.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assistí ao documentário, e não sou doutor em nada. Não sou estudioso de filosofia, nem ao menos leio muito sobre o assunto. Não conheço nada de Nietzche ( nem sei escrever o nome direito ), não sei nada sobre Ciracionismo ou Evolucionismo. Sei que Darwin foi e ainda é importante pelos seus estudos e suas descobertas. Não conheço a Bíblia em profundidade, nem estudei religiões egípcias. Assim, encontro-me na posição de comum, como a grande maioria manipulável.<br />
Caros amigos, posso afirmar que toda forma de manipulação é possível quando não se consegue encontrar condições de esclarecimento. E verdades religiosas científicas ou de qualquer outra natureza, são verdades porque argumentos críveis nos levam ao questionamento do que tínhamos anteriormente como sendo o verdadeiro.<br />
Creio que estamos em uma época histórica em que a massificação das informações e a facilidade de acesso às mesmas tornam os questionamentos cada vez mais comuns. Nesse contexto, saber distinguir o que é sério do que é apenas manipulação é essencial para nossa evolução. Esses questionamentos das verdades podem tanto nos levar para cima quanto para baixo.<br />
E não pensem que não existem grupos de pessoas, sociedades, confrarias ou qualquer outro tipo de reunião social objetivando &#8216;dominar o mundo&#8217;. Existem, e ainda vão existir por tempos, enquanto não mudarmos nosso meio de vida. É preciso que a cooperação supere a competição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maurício Fernando Bozatski</title>
		<link>http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1146</link>
		<dc:creator><![CDATA[Maurício Fernando Bozatski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 01:56:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://espectivas.wordpress.com/2007/10/24/zeitgeist/#comment-1146</guid>
		<description><![CDATA[As verdades de fé não precisam necessariamente coincidir com fatos empíricos. Estes são do âmbito da Ciência Natural (Naturewissenchaten). O fato de alguém ter manipulado algo ou não, não torna o produto da fé em uma mentira. Não se trata de pressupostos lógicos de falisdade ou verdade, mas apenas do resultado final que o exercício da fé pode produzir naquele que crê. Se por um lado, a crença dogmática pode alienar, por outro, a fé tem o poder de demover e converter um assassino, já presenciei os dois casos. 
Já as mensagens dos mitos gregos tinham dois sentidos essenciais, explicar o mundo natural através de mecanismos sobrenaturais, - a filosofia dos pré-socráticos naturalistas surge para mudar o foco da questão para respostas racionais (logos) e naturais (physis)-, e por outro lado, os mitos serviam para educar, formar, dar exemplos de conduta. É bem provável que nenhum grego acreditasse na existência de Apolo como uma fato empírico e é provável também que eles não se preocupassem com a possiblidade de Hesíodo ou Homero terem modificado a lenda original, contudo a mensagem era utilizada como instrumento pedagógico (paidéia). Esse é o sentido estrito de uma verdade de fé. Se preocuparmo-nos com evidências empíricas teremos que remontar à época dos ancentrais do humano que viviam em cavernas e acreditavam que o sonho era uma forma de existência tão real quanto a existência no momento de vígilia. 
Assim, observa-se que a fé surgiu a partir do assombro perante a finitude, tal assombro existe ainda hoje, seja por questões psicológicos ou oriundas do âmbito das tecnologias, e a fé presta o mesmo serviço para o qual foi utilizada no momento de sua gênese, orientar e confortar o homem aflito diante de sua existência e finitude.
Os mistérios órficos são outro exemplo de que a religião surgiu para gerar perspectivas para o humano e, destarte, orientar a conduta. A crença na metempsicose era compartilhada por escravos anônimos e filósofos como Tales, Platão e Pitagóras. Eles não tinham provas empíricas da reencarnação, mas a simples perspectiva de que os atos que faziam em vida ecoavam na eternidade levou tais gênios a desenvolver questionamentos acerca da Ética e da Justiça que são princípios norteadores da ação para o povo ocidental ainda hoje. Ninguém questiona Platão ou simplesmente refuta suas idéias porque não tem acesso aos Diálogos manuscritos originais. As pessoas apenas estudam Platão supostamente no original grego, escrevem suas teses e passam a ser considerados doutos.

Já questionar a religião, seja ela o judaísmo, islamismo ou o cristianismo é apenas um modismo usado, normalmente perto da Páscoa, do Natal ou do Ramadã, pela imprensa com único propósito: vender mais através do mecanismo da polêmica sobre assuntos de interesse geral do senso comum. Ou como diríamos no Brasil, é apenas &quot;para dar Ibope&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As verdades de fé não precisam necessariamente coincidir com fatos empíricos. Estes são do âmbito da Ciência Natural (Naturewissenchaten). O fato de alguém ter manipulado algo ou não, não torna o produto da fé em uma mentira. Não se trata de pressupostos lógicos de falisdade ou verdade, mas apenas do resultado final que o exercício da fé pode produzir naquele que crê. Se por um lado, a crença dogmática pode alienar, por outro, a fé tem o poder de demover e converter um assassino, já presenciei os dois casos.<br />
Já as mensagens dos mitos gregos tinham dois sentidos essenciais, explicar o mundo natural através de mecanismos sobrenaturais, &#8211; a filosofia dos pré-socráticos naturalistas surge para mudar o foco da questão para respostas racionais (logos) e naturais (physis)-, e por outro lado, os mitos serviam para educar, formar, dar exemplos de conduta. É bem provável que nenhum grego acreditasse na existência de Apolo como uma fato empírico e é provável também que eles não se preocupassem com a possiblidade de Hesíodo ou Homero terem modificado a lenda original, contudo a mensagem era utilizada como instrumento pedagógico (paidéia). Esse é o sentido estrito de uma verdade de fé. Se preocuparmo-nos com evidências empíricas teremos que remontar à época dos ancentrais do humano que viviam em cavernas e acreditavam que o sonho era uma forma de existência tão real quanto a existência no momento de vígilia.<br />
Assim, observa-se que a fé surgiu a partir do assombro perante a finitude, tal assombro existe ainda hoje, seja por questões psicológicos ou oriundas do âmbito das tecnologias, e a fé presta o mesmo serviço para o qual foi utilizada no momento de sua gênese, orientar e confortar o homem aflito diante de sua existência e finitude.<br />
Os mistérios órficos são outro exemplo de que a religião surgiu para gerar perspectivas para o humano e, destarte, orientar a conduta. A crença na metempsicose era compartilhada por escravos anônimos e filósofos como Tales, Platão e Pitagóras. Eles não tinham provas empíricas da reencarnação, mas a simples perspectiva de que os atos que faziam em vida ecoavam na eternidade levou tais gênios a desenvolver questionamentos acerca da Ética e da Justiça que são princípios norteadores da ação para o povo ocidental ainda hoje. Ninguém questiona Platão ou simplesmente refuta suas idéias porque não tem acesso aos Diálogos manuscritos originais. As pessoas apenas estudam Platão supostamente no original grego, escrevem suas teses e passam a ser considerados doutos.</p>
<p>Já questionar a religião, seja ela o judaísmo, islamismo ou o cristianismo é apenas um modismo usado, normalmente perto da Páscoa, do Natal ou do Ramadã, pela imprensa com único propósito: vender mais através do mecanismo da polêmica sobre assuntos de interesse geral do senso comum. Ou como diríamos no Brasil, é apenas &#8220;para dar Ibope&#8221;.</p>
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