perspectivas

Quinta-Feira, 30 de Agosto de 2007

Links de hoje

Arquivado como: Sociedade — O. Braga @ 4:49 pm

Sobre a Maçonaria, escreveu em 2005 O Velho da Montanha um texto que recordo.

A enorme expansão do ensino-em-casa a que assistimos hoje nos Estados Unidos, e um pouco por toda a Europa. E porquê? Essencialmente porque o ensino oficial pago por todos os contribuintes é utilizado para uma aculturação das nossas crianças, e para a prossecução de agendas políticas que têm muito pouco a ver com os reais interesses das populações.

Cientistas de topo a nível mundial chamam à atenção para o facto de as políticas alarmistas utilizadas em relação ao Aquecimento Global prejudicarem severamente a economia global e as economias dos países mais pobres, afectando a saúde e bem-estar das populações do Terceiro-mundo, e causando tensões desnecessárias entre as nações. E não é exactamente isso que a Esquerda “ecologista” pretende?

Aqui se explica que o Aquecimento Global é uma ideologia, e nada tem a ver com a ciência.

Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Informação

Arquivado como: Geral — O. Braga @ 4:31 pm

Este blogue, apesar da sua (minha) fraca produção, tem em média 105 visitantes diários — muito longe dos 3.000 que o Letras Com Garfos tinha. O melhor dia de sempre recebeu aqui 335 visitas.

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

O Movimento Gay e a Pedofilia

Arquivado como: Hydra gay — O. Braga @ 4:56 pm

O pedófilo judeu

Arquivado como: Hydra gay — O. Braga @ 4:55 pm

Estive a ver um filme sobre o caso “Arnold Friedman”. O escândalo de “Arnold Friedman” rebentou em meados dos anos oitenta; Friedman era um professor de grande reputação no meio docente norte-americano, pertencente a uma classe média-alta e habitando numa zona residencial consentânea com o prestígio que tinha granjeado na sociedade nova-iorquina. Arnold Friedman era daqueles judeus que não enganam a sua origem; todos os seus traços fisionómicos denunciavam-no — de nada lhe valia mudar de nome (como muitos judeus fazem), porque todos vestígios físicos se conjuraram para o denunciar.
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As ideias oficiais sobre Miguel Torga

Arquivado como: Portugal — O. Braga @ 4:55 pm

Vendo um programa sobre Miguel Torga, interveio o António Barreto testemunhando o facto do escritor sentir, no fim da sua vida, que já não pertencia ao País. Um homem que sempre pugnou pela liberdade terá ficado desencantado com o que se passou depois do 25 de Abril de 1974; aquele Portugal já não era o seu. E porquê? Talvez porque o ideal de liberdade seja semelhante ao ideal de mulher; não existe. Miguel Torga não deixou de pertencer aqui porque era velho, mas porque era lúcido. Senhor de uma rara inteligência decepcionou-se com o que se estava a fazer à liberdade.
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Porque sou monárquico

Arquivado como: Portugal — O. Braga @ 4:48 pm

Quando lemos as obras em prosa de Fernando Pessoa, devemos ter muita cautela no juízo ideológico, porque nunca sabemos qual a “personagem” que escreve. Poderemos encontrar em Pessoa loas à restauração da monarquia e ao integralismo lusitano, e logo adiante, a diabolização da monarquia. Por vezes, Pessoa culpa a monarquia pelos erros da república; outras vezes, de tantos erros na república, dizia Pessoa que pelo menos a monarquia tinha um sentido decorativo, e que nem isso a república tem. Contudo, tenho muitas dúvidas que Pessoa concordasse com a política integracionista de Portugal em Espanha, nitidamente imposta pela União Europeia, e seguida com obediência canina, pelos actuais políticos do centrão português.
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Acorda, Portugal!

Arquivado como: Política, Portugal — O. Braga @ 9:17 pm

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Os portugueses ainda não se deram conta, que com este governo socialista, passaram a poder viver ao nível dos nossos compatriotas em meados dos anos oitenta do século passado. A única melhoria sensível e real para a vida dos portugueses que a adesão ao Euro trouxe, foi a taxa de juros bancários no crédito à habitação. Em tudo o resto, o rácio entre as despesas da maioria das famílias e os seus rendimentos é equiparável ao Portugal de antes de Cavaco Silva como primeiro-ministro. Mas os portugueses continuam a gastar mais do que podem – ainda não se deram conta que já vivem na merda outra vez.
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O exibicionismo mercantilista

Arquivado como: Sociedade — O. Braga @ 9:17 pm

Não vai muito tempo, quando passava alguns dias de férias numa aldeia de Trás-os-Montes, percebi a função da coscuvilhice como sendo uma válvula de escape social. Uma comadre mexericava sobre a outra, a vítima apercebia-se da coscuvilhice e rebentava a bomba:“Ó badalhoca! Andas a dizer mal de mim, sua porca?” E num instante, toda a aldeia ficava a saber parte do “segredo”. Só parte dele, porque outra parte substancial do “segredo” só a sabia a vítima e a coscuvilheira, fazia parte da “détente” na guerra-fria entre as duas. Estes episódios da coscuvilhice e da peixeirada inevitável que se seguia ao mexerico, revelavam também uma preocupação pela preservação da vida privada. Este fenómeno acabou, pelo menos nas zonas urbanas de vida em rede social sujeitas à “economia do mercado em constante expansão”.
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Rui Rio e os parolos do PSD

Arquivado como: Política — O. Braga @ 9:16 pm

Luís Filipe Menezes não tem hipóteses de ganhar as eleições internas no PSD, não só pelas manobras de bastidores por parte de Marques Mendes, mas também (e essencialmente) porque é um nortenho que gosta da sua terra e da sua gente. Mesmo que tivesse boas hipóteses internas de ser eleito, os me®dia (e a toda a Nomenclatura do Poder) instalados em Lisboa encarregavam-se de o “eliminar”; e como Menezes, aparentemente, não tem boas hipóteses internas de ser eleito líder do PSD, os me®dia limitam-se a tolerá-lo. Não interessa se o líder do PSD faz oposição ao governo; o que interessa é que seja um “parolo político”.
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A guerra homófila (1)

Arquivado como: Hydra gay — O. Braga @ 9:16 pm

Define-se “homofilia” (neologismo) como sendo uma corrente cultural e política que defende a celebração social do comportamento sexual homossexual.

O movimento homófilo não só pretende a equivalência valorativa, em termos sociais, do sexo homossexual em relação à heterossexualidade, definindo-o como sendo uma “orientação sexual”, como vai muito para além disto e defende uma visão supremacista do comportamento sexual e cultura gay. O “Pink Nazism” (ver no Google) foi um movimento homófilo; o actual Lobby Gay político, escondendo-se por detrás da vitimização politicamente correcta, segue a herança histórica tradicional da homofilia.
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