“Os teus actos – e não os teus conhecimentos – determinam o teu valor.”
Fichte (1762-1814)
O preconceito, independentemente do seu cariz, é um atributo do ser humano e da sua acção em sociedade. Tudo, a nível social, é preconceito.
Existem, porém, dois tipos de preconceito: o preconceito negativo e o positivo. O preconceito negativo é o que se fecha em torno do seu ideário, se dogmatiza e nunca se coloca em causa; o preconceito positivo é o que se mantém aberto à discussão, que se impõe no mercado das ideias e valores pelo seu valor intrínseco, e não por modismo ou por via de uma dogmatização conceptual irracional.
Estou-me completamente “nas tintas” para os preconceitos do nosso tempo sobre a “produtividade” que alegadamente é considerada menor em Portugal; quem correu mundo sabe que a Produtividade, tal como a Esperança, é uma rameira: é de todos e de quem a considerar como sua, impondo-se aos outros.
Outro lugar comum: “as coisas valem o que dão por elas”. Os povos também. Hoje, o valor do português é o mais baixo de sempre, só comparável ao período do princípio da nacionalidade, e isto graças à república controlada pela maçonaria aparentemente apátrida, mas manobrada por interesses de algumas potências mundiais, que tem sistematicamente contribuído para a desvalorização de tudo o que é português.
Mais do que “choques tecnológicos” inconsequentes, precisamos de acção. Precisamos de voltar a ser os portugueses irrequietos e inconformados que marcaram a nossa História, desde a bula papal de reconhecimento da Nação Portuguesa, passando pelo grande português que foi D. João II, até ao assassinato, pela Carbonária ligada à maçonaria, de D. Carlos, Rei de Portugal.
(mais…)