perspectivas

Quinta-Feira, 28 de Junho de 2007

Fé Racional (4)

Arquivado como: Religare — O. Braga @ 3:55 pm

Larry Stockmeyer e Albert Meyer são cientistas, racionalistas, especializados em informática. Demonstraram matematicamente que para fazer a verificação lógica de 558 teoremas, a Humanidade precisaria de um computador do tamanho do Universo. Desmultiplicando e analisando cada teorema em todas as suas partes (fracções) lógicas, comparando silogismos, examinando todas as conclusões e sorites, obteríamos fracções de 10168.

Um computador do tamanho do Universo teria um “crash”, a partir da análise do teorema 559.

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Você é o empresário (1)

Arquivado como: Portugal — O. Braga @ 3:54 pm

Todos nós somos empresários em potência, uns melhores que outros. Por isso, vou passar a colocar aqui posts que reflictam a realidade empresarial portuguesa, procurando saber a V/ opinião sobre a idiossincrasia do empresário português. Vamos ao primeiro caso.
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A Flexisegurança do Sócras

Arquivado como: Política — O. Braga @ 3:54 pm

Dos ricos países nórdicos, nomeadamente da Dinamarca, com um PIB per capita superior a 30 mil euros, saiu a ideia da “Flexisegurança” no trabalho, que o Sócras defende agora para Portugal, e que foi ontem discutido na Assembleia da República. Eu estou totalmente à vontade para falar deste assunto, porque não voto à esquerda, nem nunca paguei quotas para qualquer sindicato.
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A bela “Soberania” partilhada

Arquivado como: Europa, Política, Portugal — O. Braga @ 3:54 pm

Desde já: não sou euro-céptico; também não sou eurocêntrico; sou português, acredito na Europa das Nações, e não sou pelo leviatão europeu.

Posto isto: a defunta cartilha constitucional europeia, travestida agora de Tratado, faz-me lembrar uma história de dois homens, um rico e outro pobre, que se apaixonam por uma mulher lindíssima. Chamemos a essa mulher de “Soberania”.
Para evitar um conflito na disputa pela mesma mulher, resolvem os dois homens chegar a um acordo de partilha; o rico e poderoso dormia com a mulher de segunda a sábado, e o pobre partilhava a cama com a “Soberania” ao domingo. E pensa o pobre: “Sempre é melhor dormir com ela uma noite por semana do que nada”; e pensa o rico: “Afinal, o que é o domingo senão um dia de descanso?”
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A trapaça d’O “Portugal Único” e da megalópole lisboeta

Arquivado como: Portugal — O. Braga @ 3:54 pm

Estive a ver na RTP o “Porto Sentido” – versão Fátima Campos Ferreira, que arbitrou o “jogo” de uma forma habilidosa, marcando as faltas todas no meio-campo de forma a evitar eventuais grandes penalidades. Personalidades como Pôncio Monteiro e o insigne médico portuense Pinto da Costa não saíram do banco de suplentes (entraram mudos e saíram calados). Fátima Ferreira tentou acicatar os ânimos e dividir a audiência portuense quando concentrou grande parte do tempo na área da cultura e na falta de apoio por parte da autarquia, tentando a todo o custo fugir ao verdadeiro e grande problema nacional: Lisboa e o centralismo da futura megalópole que se planeia, e a consequente desertificação do resto do país.

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Quinta-Feira, 21 de Junho de 2007

Retorno à tribo

Arquivado como: Sociedade — O. Braga @ 5:53 pm

“No final da vida, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.”

Martin Luther King

Mais uma passagem, desta vez de uma amiga com 83 anos. Não era da minha família – não partilhávamos da mesma árvore genealógica – mas quis o destino que, por encontro de várias famílias, a pudesse conhecer há cerca de 3 anos. Não obstante o convívio esporádico, e apesar da previsibilidade da notícia funesta, fiquei profundamente triste.
Visitei-a na passada segunda-feira, lá no lar para idosos. Queixava-se das dores, mas continuava a fazer planos para um futuro próximo; “Este Verão, e quando me sentir melhor, vou passear até ao Porto”, disse sorrindo uma expressão pueril.
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A Trindade da Actualidade: O “bernardo”, a “morgadinha” e o “orelhas”

Arquivado como: FCP — O. Braga @ 5:52 pm

O Benfica só tem destas coisas; está cheio de pacóvios com artes da “capital do império que já não existe”.
Nós, os “galegos” aqui do F C Porto, temos um “Papa” que foi eleito pelos sócios e que decide que jogadores como João Pinto, Rui Barros, André e Vítor Baía se devem sentar no banco de suplentes. No clube da “capital do império que já não existe”, aparece um São Bernardo qualquer com cara de genoma humano e com meio milhão no bolso, e trata-se o Rui Costa – e pior, o presidente do clube – abaixo de cão.

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Sábado, 16 de Junho de 2007

O lápis azul do Sócras (2)

Arquivado como: Política — O. Braga @ 11:59 am

http://doportugalprofundo.blogspot.com.

Sem mais comentários. Contra factos, não há argumentos.

O fim da república (1)

Arquivado como: Política, Portugal — O. Braga @ 11:16 am

“Os teus actos – e não os teus conhecimentos – determinam o teu valor.”

Fichte (1762-1814)

O preconceito, independentemente do seu cariz, é um atributo do ser humano e da sua acção em sociedade. Tudo, a nível social, é preconceito.
Existem, porém, dois tipos de preconceito: o preconceito negativo e o positivo. O preconceito negativo é o que se fecha em torno do seu ideário, se dogmatiza e nunca se coloca em causa; o preconceito positivo é o que se mantém aberto à discussão, que se impõe no mercado das ideias e valores pelo seu valor intrínseco, e não por modismo ou por via de uma dogmatização conceptual irracional.

Estou-me completamente “nas tintas” para os preconceitos do nosso tempo sobre a “produtividade” que alegadamente é considerada menor em Portugal; quem correu mundo sabe que a Produtividade, tal como a Esperança, é uma rameira: é de todos e de quem a considerar como sua, impondo-se aos outros.
Outro lugar comum: “as coisas valem o que dão por elas”. Os povos também. Hoje, o valor do português é o mais baixo de sempre, só comparável ao período do princípio da nacionalidade, e isto graças à república controlada pela maçonaria aparentemente apátrida, mas manobrada por interesses de algumas potências mundiais, que tem sistematicamente contribuído para a desvalorização de tudo o que é português.

Mais do que “choques tecnológicos” inconsequentes, precisamos de acção. Precisamos de voltar a ser os portugueses irrequietos e inconformados que marcaram a nossa História, desde a bula papal de reconhecimento da Nação Portuguesa, passando pelo grande português que foi D. João II, até ao assassinato, pela Carbonária ligada à maçonaria, de D. Carlos, Rei de Portugal.
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

A Fé Racional (3)

Arquivado como: Religare — O. Braga @ 5:58 pm

Lendo um livro escrito por um candidato a prémio Nobel da Física, H. P. Dürr, com o título “Physik und Transzendenz” (Física e Transcendência), descobri algumas citações de alguns prémios Nobel. Aqui vai uma delas:

“(…) Nada nos impede, e o nosso instinto em demanda pelo conhecimento assim o exige — porque deseja uma visão unitária do cosmos – de identificar as forças que actuam por toda a parte e que são misteriosas: a ordem do mundo da ciência da natureza e o Deus da religião. Assim, a divindade a que o ser humano se procura aproximar através dos seus símbolos metafóricos é semelhante à força natural que é revelada – até certo ponto – ao investigador através dos seus sentidos. É a luta contínua e eterna contra o cepticismo e contra o dogmatismo, contra a descrença e contra a superstição que conduz tanto a religião como a ciência da natureza, e o motivo que incita esta luta é, e sempre foi e será, o encontro de Deus.”

Max Planck

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O lápis azul do Sócras

Arquivado como: Política — O. Braga @ 5:54 pm

Estive a ver um debate televisivo sobre a recente intenção de se estabelecerem quotas para os partidos políticos no acesso à informação da RTP, de acordo com a representatividade eleitoral de cada força política – representatividade resultante do método de escrutínio de Hondt; se o método de escrutínio fosse diferente, o projecto do ERC teria eventualmente que ser alterado para se lhe adaptar, no sentido de se protegerem dos “donos da democracia”.
No debate, em que esteve presente o professor universitário e conhecido nosso colega da blogosfera, Rogério Santos, apareceu uma senhora de seu nome Estrela Serrano, que deu a cara pelo projecto de quotas no acesso à informação da RTP.
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